segunda-feira, 5 de maio de 2003

sem título #7

        botões, pressão. luz. leilão de jóias. televangelismo de nádegas firmes. círculos brancos no verde, explosões, guitarras com som de teclado, <<chhhhhhhhhhhhhhhhhhh>> ...como eu odeio a forma como o volume aumenta na hora dos comerciais. vou até a geladeira e procuro por algo que eu já sabia não estar lá. -- você queria mais do isso, não é (?) -- mas faço tudo da mesma forma. formação aka endêmica, a ex-cola te deu um canudo, agora ele serve pra servir coca. na lata. decola. (o avião.) - o que liquidaria essa espera de forma mais prasazetisrofeiosa? - um arcabouço teórico consistente como álcool embasa o palanque no banhado e justifica a cabeça de titânio. ouça: o calabouço da cooltura calaboca dos que sentem mas não pensam - qualidade seria medida pelo paquímetro da racionalidade técnico-instrumental e pela balança de queijos da rentabiutilidade (?) - esta é a diferença entre o respeitável e o respeitado.
        sempre assim, sempre livre e mais coca pra desentupir os canos e dissolver ossinhos de galinha em potes de vidro. mel puro cristaliza, cafeína puxa nicotina. sempre. de amsterdã a roterdã, sob a lua, a pé, sem saber o direito o que fazer ali. cópias puxerocam ipsis literis ad plagium. - "interliguência clâber, erudissão féchon" - webcam e fédon, do prato grande e vazio.  m   i   g   a   l   h   a   s
        agora joguem as quireras às galinhas, e esta folha com suas rasuras às ratificações da crítica rataria, o mais digno dos lugares |entre (n) as águas|castanhas| do letes||. atrás do cacto estava escrito que don juan nunca ensinou nada, tampouco existiu .|| agora esqueça isso, nem vale mais a pena.